quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Multinacionais impõem metas de produção sustentável e pequeno produtor entra na busca pelo selo verde.

Certificação Florestal cresce no país.

Foto: Google

Aumenta o número de pequenos e médios produtores que investem em reflorestamento e se submetem a rígidos critérios ambientais e sociais para ter o selo verde e se diferenciar. A tendência é puxada por multinacionais, que aumentam as exigências sobre a origem da matéria-prima junto à cadeia de suprimento. No Brasil, há 6,5 milhões de hectares de plantios florestais, principalmente com eucalipto, quase o dobro da área do Estado do Rio de Janeiro. Do total, 57% têm certificação socioambiental, segundo a Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (Abraf).

O destaque está no setor de celulose e papel, no qual um terço da produção é abastecida por madeira de produtores independentes com garantia de compra e assistência técnica pelas indústrias. Dos 2,2 milhões de hectares de florestas mantidas pelo setor, 77% têm certificação, segundo a Associação Brasileira de Celulose e Papel.

Na pressão por produtos com menor impacto ambiental e social, é crescente a busca pelos selos, envolvendo áreas de plantio e produção fabril. Das caixas de pizza e outras embalagens aos impressos bancários, livros e compensados para a construção civil, o Brasil deverá atingir até o fim do ano a marca de 800 produtos de origem florestal certificados, segundo projeção do Forest Stewardship Council (FSC), duas vezes e meia a mais do que em 2009. "O crescimento é impulsionado mais pelas políticas corporativas de compra do que pela consciência do consumidor", explica Fabíola Zerbini, secretária-executiva do FSC Brasil.

Multinacionais impõem metas de produção sustentável. A Unilever atingiu no Brasil o objetivo global, fixado para 2015, de ter 75% do papel e papelão das embalagens com selo verde. A Tetra Pak emprega matéria-prima com práticas socioambientais em todas as caixas de suco, leite e outros alimentos comercializados no mercado interno, índice superior ao alcançado no resto do mundo.

"Mesmo empresas que não usam insumo florestal buscam parcerias para difundir o selo e as práticas ambientais a ele atreladas", afirma Fabíola, citando a AkzoNobel, detentora da marca de tintas Coral. A empresa produz verniz para madeira e iniciou um trabalho com o FSC para promover políticas para a compra de materiais com origem sustentável, aumentando a escala da certificação.

Na agricultura, o selo expande-se na produção de café, principalmente para exportação. Cerca de 10% dos cafezais da principal região produtora brasileira, o Cerrado mineiro, têm o emblema Rainforest Alliance Certified, exigido por grandes compradores europeus, americanos e japoneses.

A expectativa é expandir as práticas ambientais e sociais na produção de cacau, que atinge o melhor preço dos últimos 30 anos. Além da certificação de fazendas no Sul da Bahia, a estratégia é promover mudanças junto a pequenos produtores, como acontece em São Felix do Xingu, no Pará, que tem um dos maiores índices de desmatamento da Amazônia. O Imaflora conduz um projeto para o cultivo do cacau com práticas ambientais reunindo 40 associados à Cooperativa Alternativa dos Pequenos Produtores Rurais e Urbanos. Em Gandu, na Bahia, 83 produtores da cooperativa são capacitados para proteger os recursos hídricos e melhorar a condição de segurança dos trabalhadores.





                                                                                                                                     Fonte: CI Florestas.
Postado por: Maquelle Neves Garcia

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Eleição para representante discente no Instituto de Ciências Agrarias e Ambientais na UFMT - Sinop.



Eleição para representante discente no Instituto de Ciências Agrarias e Ambientais, acontecerá no dia 27 de Setembro, terça feira.
Poderá se candidatar todo aluno matriculado regularmente nos cursos de Engenharia Florestal, Agronomia, Zootecnia e Engenharia Agrícola e Ambiental. Para maiores detalhes acessem o Edital no link: 








Ficha de inscrição: 
https://docs.google.com/document/d/1unqm_kpePf9OrdLAs3W8WGXXPLvuX7wHSWAxOn17U7s/edit?hl=en_US






Postado por: 
Comissão Eleitoral 










sexta-feira, 15 de julho de 2011

Cerrado

Quem disse que tudo que é torto é errado?

Veja as pernas do Garrincha e as ÁRVORES DO CERRADO
Nicolas Behr


Postado por:
Victor Hardt
Coordenador Geral do Núcleo de Estudos Florestais


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Para refletir!!!

“Enquanto o machado rechia nos troncos e as labaredas fazem crepitar a folhagem, enlutando de fumo o recesso virente, o homem não dá pelo mal, tão ávida é nele a cobiça, que só para o lucro tem os olhos. Ai dele!... A floresta vinga-se morrendo; onde cai, esplana-se o deserto... e os espectros das florestas mortas são a fome, a sede, a enfermidade, os ciclones, as inundações (...)”

Coelho Neto, em seção do Parlamento Nacional, 1911

Rodrigo Vargas
Acadêmico de Eng. Florestal
UFMT-Sinop

sexta-feira, 6 de maio de 2011

O GRANDE GUANANDI PARTE III

OUTRAS RENDAS 

1) - Guanandi agregando valor à terra: Já entre o 3º e 5º ano ("fechamento da floresta") sua terra terá seu valor de mercado multiplicado muitas vezes,  seja pela raridade (terra + floresta nobre), seja pelo potencial da madeira, seja pelo interesse nacional e internacional dos empresários no ramo madeireiro (seguro como investimento pela escassez sem risco de competição, seja pelo aspecto ambiental - credito de carbono), certamente a "bola da vez", agora e no futuro. Explicando em números:  R$  6.352.128,00 / 18,5 anos = R$ 343.358,27 de receita anual para cada 5 hectares. No quinto ano (fechamento das árvores), seus 5 hectares valerão R$ 1.716.791,35. É o momento que seu empreendimento se torna atrativo, se você tiver interesse em vender já nessa fase.
2) - Guanandi - Rentabilidade como seqüestrador de carbono: Só as plantas nobres como o guanandi se enquadram nos projetos internacionais de seqüestro de carbono. Estudos indicam o guanandi como das melhores plantas que se adaptam aos projetos de seqüestro de carbono. A Bolsa de Mercados & Futuros (BM&F) já esta autorizada a comercializar o carbono seqüestrado em projetos como o do guanandi.
3) - Sementes: Além do uso para produção de mudas a semente tem potencial na  industria de fitoterápicos, cosmética, alimentícia  (humana - castanha / animal - ração) e  principalmente  para biodiesel já que as sementes contém um óleo essencial com 44% de pureza.
4) - Industrias Farmacoterápicas: Folhas, galhos e sementes poderão serem vendidos para industrias farmacoterapicas.  Explico: Laboratórios  nacionais e internacionais estudam o GUANANDI no combate a doenças como AIDS , câncer , diabetes , úlcera , etc..., inclusive a Universidade Federal do Mato Grosso ( ver nosso site ) , através do Pesquisador Dr. Paulo Teixeira de Sousa Jr. Recentemente a Vasconcelos Florestal  participou de congresso que congregou laboratórios do Brasil e do mundo. - Prof. Dr. Paulo Teixeira Jr. Pró Reitor de Pesquisa da UFMT . 
5) - Guanandi em sistemas agroflorestais: Outra possibilidade durante o manejo é a técnica do sistema agroflorestal ,ou seja , o plantio de outras culturas no sub-bosque do GUANANDI, de espécies que vão bem na sombra, nos espaços ( em consórcio ) onde forem sendo feito os desbastes, tais como cacau , café , palmito Jussara, pastagens para gado ou ovelhas , etc.
6) - Guanandi - É madeira que dá Laminação: Os valores do m3 estimado na postagem 2 (preço de venda por m3 = R$ 2.000,00)  são valores para a madeira em pranchas. No caso de venda da madeira laminada (vendida por metro linear), considerar que essa receita dobrará uma vez que um mesmo m3 gerará muitos metros lineares.

       
FONTE: Reflorestar

Termina nesta postagem a série sobre o Guanandi (Calophyllum brasiliensis), espero que tenha agradado a todos.

a próxima série será sobre o mogno. Até la.


Victor Hardt
Coordenador Geral do Núcleo de Estudos Florestais

segunda-feira, 2 de maio de 2011

FELICIDADES

O NEF vem hoje dar os  Parabéns, por mais um ano vivido, ao nosso Coordenador Técnico, Marcelo Henrique.
Que o mesmo ainda venha produzir muitos frutos na árvore do Núcleo de Estudos Florestais.


Estes são nossos mais sinceros votos

SUCESSO !

Núcleo de Estudos Florestais - NEF

domingo, 1 de maio de 2011

NEF Realiza seleção de membros.

Ontem, dia 30 de abril, o NEF- Núcleo de Estudos Florestais realizou, na Universidade Federal de Mato Grosso campus de Sinop, o processo seletivo para a admissão de novos membros.
O processo seletivo constou da elaboração de um artigo de opinião, onde o tema proposto era: sua bagagem de vida x seu desempenho na universidade.



As expectativas são para que na quinta feira desta semana saia o resultado e também a dependência ou não do processo da entrevista.
Os melhores artigos serão postados assim como a lista dos novos membros do Núcleo.


Victor Hardt
Coordenador Geral do NEF